
Assim que pomos a vista na PS Vita ligada, é o ecrã que salta à vista. Trata-se de um ecrã OLED e multi-toque de 5” (5 polegadas - 12,7 cm), com uma qualidade de imagem e definição de cores impressionante. Tem uma resolução de 960x544 pixels e permite apresentar aproximadamente 16.770.000 cores.
A estrutura é semelhante à da PSP, o que não irá facilitar o trabalho que a Sony terá de fazer no terreno e junto dos consumidores, para implementar com sucesso a ideia que defende, de que não se trata meramente de uma nova versão da PSP, mas sim de uma consola nova – a escolha de um novo nome não é indiferente a esta ideia - ou pelo menos de uma consola de uma nova geração de portáteis - como de resto, o nome temporário que teve o dava a entender.
Tem um aspecto mais arredondado, e na parte da frente destacam-se também dois sticks analógicos, um de cada lado, que permitem finalmente uma experiência FPS semelhante à da PlayStation 3 e dos seus comandos Sixaxis ou Dual Shock, em que o stick da esquerda comanda o movimento da personagem, e o stick da direita controla livremente a mira. Foi o que experimentamos em Resistance: Burning Skies. Joga-se muito confortavelmente, e se o controlo da mira não é fácil de dominar com precisão ao princípio (também não jogámos tempo o suficiente para nos habituarmos), também é verdade que rapidamente começámos a despachar os inimigos alienígenas uns atrás dos outros.







