gototopgototop
Encontra-se aqui: Home | Análises | Xbox |

TAKEitGAME - Portal Português de Videojogos

Análise: Final Fantasy XIII (Parte 1 de 2)

Partilhar
Final_Fantasy_XIII
Prólogo

A saga Final Fantasy acompanha milhões de jogadores por todo mundo há já mais de duas décadas. O décimo terceiro capítulo da série, o mais recente e o primeiro a aproveitar verdadeiramente a tecnologia oferecida por esta geração de hardware está agora nas mãos de muitos, que estão a apreciar o seu exuberante mundo de fantasia.
Durante várias gerações de Final Fantasy, os fãs e os recém chegados apenas contavam com a sua própria opinião acerca do que viriam a poder jogar, ou então esperavam pelo lançamento da sua revista mensal de videojogos para saberem a opinião de outros relativamente ao mundo estilizado e surrealista com que cada novo título da série se faz acompanhar. O acesso à rede veio mudar todos esses hábitos, e a comunidade que acompanha Final Fantasy, e que não é nada pequena, não fosse esta uma das sagas com maior número de vendas de sempre, desde muito antes do lançamento do jogo tem feito especulações, comparações e acima de tudo criado hype que tem tido efeitos na receptividade por parte da crítica em relação a Final Fantasy XIII.
Na TAKEitGAME, temos noção do alarido, e de tudo o que de bom e mau que se tem dito acerca desde muito esperado título, tal como todos os fãs lemos e relemos a crítica, demo-nos ao trabalho de ver cada “insulto” e cada palavra carinhosa dita acerca do mesmo, e partilhamos grande parte do hype, não fossem as milhentas notícias que encontram no nosso portal acerca do jogo.
Sabemos que a experiência proporcionada por esta saga é única e pessoal, sendo que é dos poucos jogos sem modo multijogador que ainda faz esgotar stocks nas lojas, e por isso mesmo comprometemo-nos a explorar cada recanto, a analisar cada pormenor e a reflectir naquilo que este peculiar título nos transmite para trazer até vocês mais do que uma análise, uma verdadeira e isenta de qualquer influência externa, opinião. Excepcionalmente iremos dividir esta análise em duas partes, não só pelo facto de ser extensa, mas porque cada Final Fantasy tem pormenores e pontos distintos que merecem ser vistos e avaliados com calma.

Aquilo que poderão ler de seguida é, esperamos nós, Final Fantasy XIII em forma pura, crua e dura, com todas as suas virtudes e defeitos. É mais uma aventura única de dois jogadores em terra desconhecida, e na primeira grande fábula da 7ª geração de consolas.

Xtreme Flash, GodAthier



Final Fantasy XIII: Cinco anos de produção quatro meses de desespero


Final Fantasy XIII foi sem dúvida um dos títulos mais esperados de sempre, não fosse este para muitos o primeiro verdadeiro RPG NextGen Japonês e o fruto de cinco longos anos de trabalho árduo da Square Enix. Resta agora perguntar:  valeu a pena esperar?

Já lá diz  velho ditado, que "quem espera sempre alcança”, mas a verdade é que quanto mais esperávamos, mais desapontados parecia que iríamos ficar. Em parte, os primeiros motivos de descontentamento vieram com o lançamento do jogo no Japão, visto que na sua terra natal, Final Fantasy XIII teve direito a overdose de vendas que mais tarde se traduziu em imensos compradores a vender as suas cópias em lojas de retorno, pelo facto de o título em questão alegadamente não lhes agradar.

03

As primeiras análises coreanas foram surgindo na web e muitas das críticas apontadas foram despertando alguma revolta. Confusos e algo perdidos não sabíamos o que esperar. A Famitsu, a revista semanal sobre videojogos mais lida no Japão e a maior fonte de notícias sobre a saga, também não ajudou, dando-lhe uma nota semi-perfeita, mas fazendo a sua opinião contrastar com a dos jogadores e das grandes comunidades online no país do sol nascente. Para confirmar e tirar todas as dúvidas só restava mesmo esperar pelo grande dia, cerca de quatro meses após o lançamento da edição japonesa, e ver tudo com os nossos próprios olhos. Visto que quatro meses passaram  mais devagar que quase cinco anos, esse tempo foi por nós aproveitado para recordar como toda esta fantasia virtual começou, e para vós deixámos nas linhas que se seguem um resumo de tudo isso, tendo em conta que a nostalgia é um sentimento que muitos velhos fãs da série vão sentir e que os novos terão no que se segue, um ponto de partida fundamental à compreensão da série.

cid1

Mais de vinte anos e mais de dez plataformas, juntamente com telas de cinema e até mesmo lojas de cosmética, contrariam aquilo que uma companhia prestes a falir no Japão tentou fazer passar por uma despedida. Falamos da SquareSoft, que ironicamente, partiu do princípio que o primeiro Final Fantasy seria o último jogo que a empresa iria lançar. Ninguém previu foi que a suposta "Fantasia Final" da SquareSoft levaria a empresa não só a reaver o seu status no Japão, como tornar-se um ícone da indústria de videojogos, e chegar ao ponto de se estender além fronteiras com a compra de uma das "ex-maiores" editoras de videojogos do momento. Falamos portanto da recente compra da Eidos por parte da Square. Todo o sucesso da série levou a SquareSoft a criar mais jogos da mesma saga e ainda outras séries que levaram outro tratamento como “Seiken Densetsu” ou, como nós cá lhe chamamos, a série Mana, que provou ser outro sucesso da empresa.

Passamos por seis Final Fantasy’s, todos eles com uma perspectiva 2D e divididos pelas consolas de 8 e 16 bits,  e todos causaram grande impacto em toda a comunidade, dando destaque ao  último título de geração de duas dimensões, Final Fantasy VI, que marcou todos os fãs pela sua generosa e gratificante jogabilidade e pela profunda e escura história num mundo pós-apocalíptico, temente da magia e cheio de intrigas.

cid2

O reinado da SquareSoft não acaba aqui e foram passando três anos, três anos esses que levaram à criação do sétimo capitulo. Este veio "abalar o mundo" e continua a ser o antepassado que mais influência tem ainda na série. Com algumas bases do título anterior, este sétimo capitulo veio trazer, pela primeira vez, a série para as três dimensões com o mesmo tema escuro do VI, mas uma história mais trágica e ao mesmo tempo mais humana, talvez em parte por causa da tecnologia de topo usada no jogo, que foi o primeiro a contar com segmentos em FMV totalmente em vídeo e a mostrar, tanto do ponto de vista artístico como tecnológico, fantásticos cenários pré-renderizados. O sucesso do jogo foi tal que levou à criação de dois pequenos filmes de animação: um filme em CG (Computer Graphics) que mesmo assim levou um retoque mais “completo”; spin-offs e rip-offs,  e ainda a uma novel que pode ser encontrada traduzida para inglês em vários websites. Por coincidência o nosso Xtreme Flash tinha 7 anos na altura em que recebeu o jogo e se deixou cair nos encantos do mesmo, embora não percebesse muito do que se passava, a forma como este foi realizado torna o encanto e a mística do título em algo que transpõe as próprias barreiras linguísticas.

Tudo isto é somado por década e meia com mais dois títulos da série principal, entre outros, nem sempre relacionados com saga principal Final Fantasy, que embora não tão bem aclamados ou criticados, foram vendendo e chegando a cada vez mais lares por todo mundo.

cid3

No ano de 2000, a SquareSoft fazia as malas ao lançar o décimo título da série Final Fantasy para a Playstation 2, marcando assim o fim da editora como todos a conheciam e o ínicio de uma nova era, tendo sido feita a junção da Square com a Enix, criadora de um dos maiores rivais da série, conhecido cá como Dragon Quest. A junção das duas empresas deu origem à empresa actual a que chamamos de Square Enix. Antes da junção ser oficializada houve ainda tempo para uma mistura com as inúmeras diferentes personagens de cada capitulo da saga com as personagens de uma das empresas mais bem sucessidas de sempre. Esta junção oferenda aos amantes e seguidores da empresa, e ao mesmo tempo marcou uma colaboração sem paralelo entre ocidente e oriente. Falo portanto de Kingdom Hearts, outra série bem sucedida da Square, em parceria com a Disney, e que todos condenaram à partida, mas que vingou e deu origem a um mundo de fantasia onde o rato Mickey e os seus compinchas convivem com Cloud, Tidus, entre outros protagonistas de todos os capítulos de Final Fantasy.

Desde 2000 e até a chegada deste capitulo em análise, os estúdios da Square Enix, já publicaram mais três capiíulos da série principal Final Fantasy, sendo um deles uma sequela do décimo capítulo, coisa inédita até então, visto que cada título numerado de Final Fantasy é único em história e espaço onde decorre. Juntamente com a sequela de Final Fantasy X, tivemos direito ao jogo número XI, um MMORPG com um ambiente e estilo tipicos da série, e o décimo segundo título, de novo com narrativa exclusiva.

Quem aqui chegou deve estar a perguntar-se quando é que finalmente vai ouvir falar do jogo que veio ver analisado... Podem ficar descansados, pois é de seguida que passamos a falar exclusivamente de Final Fantasy XIII:



Nova era, novos requisitos


lightconsolas

Em produção desde 2005, embora que apenas revelado pela primeira vez na E3 de 2006, Final Fantasy XIII é o primeiro dos Final Fantasy's a chegar às consolas de nova geração e o fruto de uma espera gigantesca desde a saída do XII. É também o primeiro de vários títulos, que segundo a Square, se enquadram no universo Fabula Nova Crystallis, nome de código que a empresa usa para a colecção de jogos que incluem o número XIII e a mítologia dos cristais, e que poderão partilhar vários elementos entre si.

Inicialmente pensado para a Playstation 2, Final Fantasy XIII foi, naturalmente, anunciado como exclusivo da Playstation 3, mas mais tarde a Microsoft e a Square Enix fizeram o mundo saber que no ocidente o jogo teria uma versão Xbox 360 a par da da PS3, e portanto seria o primeiro Final Fantasy fora de uma plataforma Sony, desde que a série deixou a Nintendo na transição de 16 para 32 bits.


Pulse, Gran Pulse e Cocoon

01

O magnífico e maravilhoso mundo de Cocoon, é um continente flutuante criado por uma entidade pertence a um grupo de seres superiores denominados de fal'Cie. Cocoon é uma especie de mini-planeta situado nos céus Pulse, um verdadeiro planeta com fauna e flora muito próprios. O facto de Cocoon ter sido criado foi impulsionado pela necessidade existente de isolar o continente dos perigos e da brutalidade do mundo externo, ou seja, do ambiente selvagem de Gran Pulse.

Durante 13 séculos foram surgindo barreiras que inevitavelmente foram separando cada vez mais Cocoon de Gran Pulse, e por sua vez foram criando condições de vida cada vez mais estáveis para a criação de uma sociedade moderna e civilizada, fazendo de Cocoon uma verdadeira utopia, uma metrópole paradisíaca resguardada de todo o suposto mal vindo do exterior. Gran Pulse é como é conhecida a extensão de terra que forma os continentes no mundo de Pulse.

Tendo em conta a natureza humana, a curiosidade levou muitos a tentar perceber o que estava por detrás de tais barreiras e, de certa forma, para proteger os habitantes de Cocoon foi criada uma instituição governamental para reger esse tipo de assuntos. Foi baptizada de Sactum e para além de ter um caracter institucional, tem também uma grande parte assente naquilo a que se pode chamar de religião, religião essa que "venera" o fal'Cie, que supostamamente criou Cocoon e salvaguardou os humanos.


Sactum, fal'Cie's, l'Cie's, Cieth's e a Deportação em Massa

04

Os fal'Cie são dividandes que pertencem a Pulse, todos possuem poderes místicos, e já caminhavam por Gran Pulse muito antes dos humanos. Apenas o fal'Cie que criou Cocoon é tolerado, já que todos os outros são mais que temidos pelos habitantes de Cocoon, em parte, devido aos ensinamentos da Sactum que prevê grande perigo para Cocoon aquando contacto com outras divindades que não a sua.

Para Cocoon todos os seres de Gran Pulse são vistos como seus inimigos, e isso inclui todos os fal'Cie de fora de Cocoon e as pessoas que entram com contacto com estes. Pessoas essas que por sua vez são marcadas como l'Cie.

Os l'Cie ficam com uma marca no corpo, algo parecido com uma tatuagem, que indica o contacto com um fal'Cie, mas acima de tudo que têm um "focus" para cumprir. Entenda-se como propósito aquilo que designa um "focus", ou seja, cada pessoa marcada como l'Cie recebe um propósito que pode ou não cumprir, aquilo a que a meio termo podemos chamar de missão para cumprir, se bem que cada l'Cie precisa de descobrir qual é o seu propósito, por outras palavras, qual a missão que tem de cumprir.

Relativamente aos propósitos, as lendas de Cocoon, dizem que um l'Cie caso não cumpra o seu, transformar-se-à num Cieth, uma criatura monstruosa desprovida de qualquer humanidade. Caso contrário, caso um propósito seja cumprido, um l'Cie tem direito a viver eternamente sob a forma de cristal.

fa1 ho1

A Sanctum vê todos aqueles que são marcados pelos fal'Cie de Gran Pulse como inimigos, e faz saber que cada l'Cie marcado por Gran Pulse é o maior perigo que Cocoon poderá enfrentar, visto que, segundo eles, por cada l'Cie as vidas de milhares de cidadãos estão em perigo.

É por causa dos factos acima demonstrados que a Sanctum ordena uma deportação em massa de cidadãos de Cocoon para Gran Pulse. Estes cidadãos estavam, sem saber, em contacto com um fal'Cie de Pulse escondido na cidade onde habitavam, e representam portanto um enorme perigo para todo Cocoon.


Finalmente Final Fantasy XIII

A história de Final Fantasy XIII envolve todas as definições e eventos que até aqui viemos a descrever, sendo que toda a história principal se desenrola em paralelo com a história individual dos personagens o que leva de certa forma a alguma complexidade, exigindo assim todo o tempo que vos fizemos perder a perceber como funciona Cocoon e Pulse no geral. Alguns clichés tornam todo o enredo um pouco confuso, mas  só durante as primeiras horas desta aventura. Portanto preparem-se desde já para ter calma e aguardar que tudo faça sentido, pois a história de um Final Fantasy não é nada sem os seus desenvolvimentos inesperados as reviravoltas do costume.

Em Final Fantasy XIII a narrativa é bastante significativa e felizmente não se trata apenas da típica salvação do mundo ou de um ente querido.  Os personagens em si, embora a princípio aparentem ser mais do tipo a que o género nos acustumou nos últimos anos, estão no geral muito bem conseguidos, e as suas histórias pessoais têm a vantagem de nos prender tanto ou mais que a narrativa principal, podendo até dizer-se que este é um dos primeiros títulos da saga em que a vossa party principal é toda levada a sério, existindo portanto, um índice de atenção bastante bem distribuído por todos os elementos.


Como tudo começou

Personagens

A princípio em Final Fantasy XIII somos confrontados com a grande deportação a que nos referimos, ou se preferirem, a "Purge", como lhe chamam no jogo. Este é um dos factores que é comum a quase todas as personagens que poderão vir a fazer parte da vossa party, mas como é apontado várias vezes durante o jogo, foram os acontecimentos do 13 (reparem na coincidência) dias anteriores a isso que realmente impulsionaram a formação deste grupo de heróis.

É nos contado nas primeiras horas de jogo que o periodo de 13 dias anteriores à grande deportação, e os eventos que nesses dias foram acontecendo nas vidas das nossas personagens, são o catalizador de tudo que se vai passar. Veja-se que é nesta altura que Serah, irmã da nossa pressuposta personagem principal e capa de jogo, é marcada como l'Cie pelo fal'Cie de Gran Pulse que é encontrado na terra onde vive.

Serah é o motivo de Lightning se ter "voluntariado" para a deportação e é também o motivo de Snow, o seu futuro marido ter tentado impedir que o comboio, o meio utilizado para efectuar a deportação, tivesse chegado a Gran Pulse. É nesse comboio que encontramos mais três membros da nossa party, sendo eles Hope, um mero cidadão deportado, Sahz que seguiu Lighting pelo facto de as suas intenções lhe interessarem e Vanille, que provavelmente estava em Palumpolum, a cidade onde foi feita a descoberta do fal'Cie.



Cada história é uma história!

02

Como já vos ter feito ver, esperamos nós, e exceptuando alguns spin offs e outros projectos de menor dimensão, cada Final Fantasy tem na história a sua essência e cada um tem uma história única, pois segundo se sabe, a própria franquia começou com o intuito de contar grandes histórias. Neste aspecto Final Fantasy XIII destaca-se e bastante do seu antecessor. Desta vez temos uma narrativa interessante e que nos leva a querer saber mais e mais sobre os acontecimentos em que estamos envolvidos. Neste décimo terceiro capítulo a história foi levada a sério, e tudo o resto passou para segundo plano. Não que o resto seja mau, mas porque cada outro aspecto de Final Fantasy XIII como jogo está bastante relacionado com a história e muito do que acontece dá uma sensação de quase pré-programação.

É aí que este capitulo se esmera, porque apesar de tudo isso a necessidade de saciar a vontade de saber o que vai acontecer a seguir impulsiona o jogador e faz com que aquilo que está pré determinado seja esquecido e até certo ponto torna-nos gratos por ser assim mesmo e não de outra maneira.

s2 c1 l1

Chegou a uma altura complicada, porque até agora não ouviram falar de mais nada que não a história, e já se devem estar a perguntar: Mas e o resto?
- O resto é outra história, visto que não fazia sentido explorar Final Fantasy XIII sem vos apresentar o seu mundo e os seus segredos, pois quer acreditem quer não, a maior parte da sua beleza reside aí, na história que tem como raíz, e na mitologia que está como base de tudo o resto que se encontra neste título. Pelo menos uma coisa ainda não mudou na Square Enix: o facto de conjugarem e entrelaçarem todos os pormenores nos seus projectos, de forma a que  tudo se encaixe de forma sublime.

(Continua...)

Este é o final da primeira parte da nossa análise, na segunda parte poderão, brevemente, encontrar aquilo que realmente faz de Final Fantasy XIII aquilo a que chamamos um videojogo e um jRPG, assim como a continuação da nossa jornada pelo seu maravilhoso mundo, juntamente com  a classificação que lhe atribuimos.
 

Comentários 

0 # Yuri 15-05-2010 03:52
Esta na minha lista de compras =D, mas primeiro quero terminar o resonance of fate, eita jogo dificil =_=
Responder Responder com citação Citar

Comentar


Código de segurança
Actualizar

Outras Análises

  • 1
  • 2
  • 3

Análise: Battlefield 3

Análise: Battlefield 3

    Battlefield 3 apresenta um campo de batalha diferente dos que estamos habituados, criado pela DICE, estúdio de sucesso e que conseguiu mais uma vez um lançamento que espelha a sua dedicação a uma série que não consegue desiludir.

kaDen 20 Dez

Análise: Uncharted 3: Drake's Deception

Análise: Uncharted 3: Drake's Deception

A Naughty Dog volta a pregar-nos das suas com o regresso de Nathan Drake à nossa Playstation 3. Uma sequela que não consegue desiludir de forma alguma, pelo contrário. A fórmula é a mesma mas foram adicionadas mais umas reviravoltas, umas explosões e uns puzzles à sua mistura.

kaDen 13 Dez

Análise: COD: Modern Warfare 3

Análise: COD: Modern Warfare 3

O FPS recordista da Activision que estabelece por si só uma definição de mainstream vincada pelo elevado número de vendas da série está de regresso. Temperado com bastante controvérsia, MW3 apresenta-se com uma enorme ambição de continuar a dominar o mercado e continuar a erguer uma ...

0taku 01 Dez

Análise: Kinectimals: Now with Bears

Análise: Kinectimals: Now with Bears

Kinectimals: Now with Bears apresenta-nos novas aventuras com novos animais, em relação ao seu primeiro título. Como o subtítulo indica as novas crias adicionadas ao jogo são os ursos. Criaturas pequenas e fofas que iremos adotar, ensinar e completar desafios que nos levarão ao desvendar do mistério das ilhas desconhecidas...

Shadow_leo 30 Nov

Análise: Disney Universe

Análise: Disney Universe

A mais recente entrega da Disney Interactive Studios vem juntar algumas das personagens e mundos mais famosos dos filmes Disney e da Disney Pixar num jogo extravagante onde a ação e o humor se fundem para nos proporcionarem um divertimento sustentado e já característico da produtora. ...

0taku 23 Nov

Análise: Gunstringer

Análise: Gunstringer

Criado pela Twisted Pixel Games, The Gunstringer, vem mostrar que o estúdio não sabe apenas desenvolver jogos arcade, mas também sabe trabalhar com o dispositivo de deteção de movimentos da Xbox 360, Kinect. Mas como saber fazer e fazer bem são coisas diferentes, será que a Twisted Pixel conseguiu colocar...

Shadow_leo 21 Nov

Análise: Pro Evolution Soccer 2012 PSP

Análise: Pro Evolution Soccer 2012 PSP

A edição deste ano de Pro Evolution Soccer chega à PSP com o objectivo de levar o futebol característico da Konami aos jogadores a todo o lado com a consola portátil. Existem obvias diferenças entre esta versão e as de Xbox360/PS3. Mas serão elas negativas ou positivas para uma experiência...

0taku 20 Nov

Análise: Halo: Combat Evolved Anniversary

Análise: Halo: Combat Evolved Anniversary

Há 10 anos atrás saiu, das "mãos" de uma produtora desconhecida de nome Bungie, o primeiro jogo da franquia Halo na América, Halo: Combat Evolved provocou uma revolução no género FPS e na Xbox, tornando-a uma consola desejada por muito jogadores. A franquia Halo tem dado muito aos jogadores durante...

Shadow_leo 17 Nov

Análise: Pro Evolution Soccer 2012

Análise: Pro Evolution Soccer 2012

Depois de já ter estado no top, em 2000, PES procura novamente recuperar o seu trono e mostrar que ainda tem muito para dar aos seus fãs com PES 2012. Mas para isso acontecer terá que existir modificações significativas para pelo menos ganhar algum terreno em relação ao seu mais...

Shadow_leo 14 Nov

Análise: Rage

Análise: Rage

A Bethesda Softworks traz-nos um jogo ambicioso que pretende lutar contra uma concorrência feroz numa altura do ano complicada para novos IPs. Esta altura é usualmente utilizada para o lançamento de muitas sequelas de títulos com reputação criada o que dificulta a afirmação de jogos ...

0taku 13 Nov

Análise: Forza Motorsport 4

Análise: Forza Motorsport 4

A Turn 10 continua a mostrar as suas capacidades no que toca a jogos de corridas automóveis, Forza Motorsport é a sua franquia que tem vindo a evoluir de ano para ano, mas será que a evolução de Forza 4 foi notória em relação ao seu antecessor? Melhorias é obvio...

0taku 08 Nov

Análise: Phineas e Ferb: Across the 2nd Dimension

Análise: Phineas e Ferb: Across the 2nd Dimension

Depois de já ter saído na Wii e DS, foi a vez da Playstation 3 receber esta adaptação do mais recente filme da dupla Phineas e Ferb. Phineas e Ferb: Across the 2nd Dimension é a primeira abordagem dos desenhos animados às consolas e apesar do bom sucesso na Wii...

kaDen 20 Out

Análise: FIFA 12

Análise: FIFA 12

Mais um ano e FIFA trava mais uma batalha pelo trono de melhor simulador de futebol com o motor de jogo distinto, licenças oficiais e modo online coeso como principais trunfos. São aspectos positivos que caracterizam a série da EA desde 2008 mas será que este 12 continua com uma...

Shadow_leo 19 Out

Análise: God of War Classics HD Collection Volume 2

Análise: God of War Classics HD Collection Volume 2

O senhor da guerra, Kratos, está de volta em forma remasterizada em HD e 3D, directamente da portátil da Sony PSP para o grande ecrã da PS3. A mais recente colecção HD a chegar à PS3 traz-nos os dois títulos que saíram na PSP e que na altura tanto furor...

kaDen 18 Out

Análise: Ico/Shadow of the Colossus

Análise: Ico/Shadow of the Colossus

Dois dos jogos mais singulares e criticamente aclamados da Playstation 2 chegam agora à consola sucessora entrando na actual geração com as suas versões remasterizadas em HD e 3D. O que podem trazer estes dois clássicos de aventura ao lote de jogos disponíveis de hoje? Apesar de serem dois jogos do...

Shadow_leo 17 Out

Análise: Warhammer 40 000: Space Marine

Análise: Warhammer 40 000: Space Marine

Desenvolvido pela Relic, Warhammer 40 000: Space Marine apresenta-se como um TPS pela primeira vez na franquia, onde controlamos Tito, o capitão de uma classe de soldados de elite denominados Ultramarines. Tito e os seus soldados foram destacados para lutar contra os Orks que invadiram o Imperial Forge World, a...

Shadow_leo 17 Out

Análise: Bodycount

Análise: Bodycount

Nos tempos em que nos encontramos, a aparição de um novo shooter pode ser por um lado bom, no que toca às novas características que ele pode trazer, e mau, se não trouxer nada de novo ou se o novo conteúdo para o género não se coloca ao nível dos...

Shadow_leo 16 Out

Análise: Resistance 3

Análise: Resistance 3

O clima foi do que mais surpreendeu em Resistance 3. Aliado a um grafismo bastante melhorado em relação às entregas anteriores, a Insomniac conseguiu realmente transmitir uma atmosfera perfeita de uma invasão alien. A raça humana encontra-se escondida em túneis, as pessoas doentes e sem medicação, bombas a caírem constantemente...

kaDen 05 Out

Notícias



Análise

ico
Shadow of the Colossus
& ICO

"Dois dos jogos mais singulares e criticamente aclamados da Playstation 2 chegam agora à consola sucessora entrando na actual geração com as suas versões remasterizadas em HD e 3D."

Análise

fifa12
FIFA 12
"FIFA 12 continua a série de evolução gradual que embora pareça subtil, é significativa. Tem uma linha bem definida de desenvolvimento constante que é positiva e animadora para as versões futuras."

Análise

gow
God of War Classics
HD Collection Vol2
"Quem tenha tido o enorme prazer de desfrutar GoW III mas não possua uma PS2 ou PSP para poder acompanhar a história na sua totalidade, vê agora os seus desejos concretizados"

No Fórum...