
FUEL é a mais recente aposta da mais conceituada produtora de jogos de corridas do mercado, a Codemasters. Este é um título que envolveu muita expectativa em torno da sua produção, uma vez que foi a primeira vez que esta produtora se aventurou no mercado das corridas radicais.
Sendo este um mercado em crescendo, e já com muitas possibilidades de escolha no mercado, conseguirá a Codemasters marcar mais uma vez a sua posição no mercado como o fez nos últimos títulos lançados?!
Sendo este um mercado em crescendo, e já com muitas possibilidades de escolha no mercado, conseguirá a Codemasters marcar mais uma vez a sua posição no mercado como o fez nos últimos títulos lançados?!

Atestando o nosso veículo de combustível, partimos á procura de um mundo completamente novo neste sector do mercado, FUEL brinda-nos com um excelente (e monótono) mapa em que a liberdade é praticamente total. Neste gigantesco mundo poderemos escolher ao acaso em que desafios queremos participar sendo que para isso basta-nos correr vários km's até chegarmos ao nosso destino (a corrida!). Também neste enorme mapa poderemos encontrar mais pontos de interesse tais como novas pinturas para os nossos veículos e vistas panorâmicas (esta opção serve para podermos 'apreciar' as mais diversas paisagens presentes em FUEL. O mapa sendo gigantesco está dividido em várias partes, a que podemos ter acesso com o desenrolar do jogo através de um sistema de estrelas ganhas em desafios. O mapa embora gigantesco oferece-nos muito pouco tornando-se monótono, o que levará com que o jogador decida aceder aos desafios atrás do menu do modo carreira ao invés de percorrer vários km's sem qualquer motivação, uma vez que este mundo nada mais oferece do que o foi referido acima, de salientar a falta de vida visto raramente podermo-nos cruzar com outros veículos.
Visualmente FUEL agrada aos fãs deste tipo de jogos, os efeitos de luz, água, sol e sombras estão bons, porém ao mesmo nível dos jogos anteriormente lançados, sendo que neste campo FUEL não acrescentou nada de novo ao mercado. E se na mãe-natureza a Codemasters empenhou-se para manter um visual agradável, devido ás diversas tempestades de neve e chuva, furacões, tsunamis, vulcões em erupção entre outros, então esqueceu-se completamente dos meios de transporte, que são no fundo aquilo que os jogadores mais irão reparar visto que é neles que irão percorrer km's. Estes apresenta-se a um nível de segunda geração, com um visual muito pobre.
Visualmente FUEL agrada aos fãs deste tipo de jogos, os efeitos de luz, água, sol e sombras estão bons, porém ao mesmo nível dos jogos anteriormente lançados, sendo que neste campo FUEL não acrescentou nada de novo ao mercado. E se na mãe-natureza a Codemasters empenhou-se para manter um visual agradável, devido ás diversas tempestades de neve e chuva, furacões, tsunamis, vulcões em erupção entre outros, então esqueceu-se completamente dos meios de transporte, que são no fundo aquilo que os jogadores mais irão reparar visto que é neles que irão percorrer km's. Estes apresenta-se a um nível de segunda geração, com um visual muito pobre.

E se muitos eram os jogadores que pensavam que FUEL não iria ter um sistema de danos, então enganaram (não redondamente mas enganaram-se). O sistema de danos está presente através de um ponteiro do lado esquerdo do velocímetro que nos vai indicando o quão danificado o veículo está, não havendo no entanto uma especificação sobre que parte do veículo se encontra mais danificada, como vinha sendo hábito nos jogos desta empresa. Graficamente os danos nos veículos estão ao nível do próprio grafismo destes, ou seja pobre. Visualmente apenas podemos ver as chapas dos veículos amolgadas e quando o ponteiro de danos se encontra no máximo podemos observar fumo preto a sair do capo e consequentemente uma perda de velocidade nos veículos, e é só isto que acontece quando o carro está extremamente danificado (digo com o ponteiro no máximo), sendo que a direcção, suspensão, etc. ficam intactas, e se nestas condições voltarem a ter um sinistro então é feito automaticamente um reset á posição do veículo, voltando a estar como novo, esqueçam portanto as rodas a saltarem, os vidros a partirem-se, e até mesmo a direcção ficar desalinhada.
Também no cerne do jogo a Codemasters poderia ter feito mais, uma vez que que praticamente todos os efeitos das natureza são executados através de scripts, o que faz com que aconteçam sempre da mesma maneira no mesmo local, o leva ao jogador a adivinhar o que vai acontecer a seguir se já tiver repetido a corrida, retirando por isso o efeito surpresa que poderia ser talvez o ponto fulcral neste jogo.
A jogabilidade manteve-se fiel ao de melhor que a produtora já fez, desta vez a um estilo muito mais 'arcade', e de fácil adaptação. Não nos dá a adrenalina de um jogo de simulação, até porque não o é, mas dá o divertimento de um jogo arcade, pelo que é um jogo para todas as idades e não apenas para os mais novos.
Já a inteligência artificial dos nossos oponentes é francamente fraca, isto se jogarmos FUEL como deve ser jogado, ou seja percorrendo o enorme mapa por atalhos de modo a chegar o mais depressa ao destino(neste estilo de jogo consegue-se chegar com um avanço de umas quantas dezenas de segundos), se por outro lado entrarmos num desafio e seguirmos os checkpoints pelos caminhos 'naturais' (seja estrada ou mato), então os nossos oponentes conseguem dar luta até ao destino.
O nível sonoro de FUEL, também está longe de fazer jus a esta produtora, apresentando algumas falhas no que toco ao som dos veículos, apresentado pois o som de aceleração igual, seja em carros, ou buggies.
Em suma, seja pela crise mundial, seja pela pressa em colocar um jogo novo no mercado, ficámos com a ideia de que a CodeMasters se precipitou com o lançamento deste jogo. A ideia de conciliar desastres da Natureza com corridas radicais e um mapa de livre exploração era muito boa, e de certeza que com mais tempo, teríamos aqui um jogo capaz de fazer frente ao actual líder de mercado neste sector, contudo a precocidade do lançamento levou a um desastre natural.
FUEL é um jogo que aos fãs do género irá desiludir, porém aos jogadores casuais, que procuram um jogo para algumas horas de diversão poderá ser uma escolha a considerar.

Já a inteligência artificial dos nossos oponentes é francamente fraca, isto se jogarmos FUEL como deve ser jogado, ou seja percorrendo o enorme mapa por atalhos de modo a chegar o mais depressa ao destino(neste estilo de jogo consegue-se chegar com um avanço de umas quantas dezenas de segundos), se por outro lado entrarmos num desafio e seguirmos os checkpoints pelos caminhos 'naturais' (seja estrada ou mato), então os nossos oponentes conseguem dar luta até ao destino.
O nível sonoro de FUEL, também está longe de fazer jus a esta produtora, apresentando algumas falhas no que toco ao som dos veículos, apresentado pois o som de aceleração igual, seja em carros, ou buggies.
Em suma, seja pela crise mundial, seja pela pressa em colocar um jogo novo no mercado, ficámos com a ideia de que a CodeMasters se precipitou com o lançamento deste jogo. A ideia de conciliar desastres da Natureza com corridas radicais e um mapa de livre exploração era muito boa, e de certeza que com mais tempo, teríamos aqui um jogo capaz de fazer frente ao actual líder de mercado neste sector, contudo a precocidade do lançamento levou a um desastre natural.
FUEL é um jogo que aos fãs do género irá desiludir, porém aos jogadores casuais, que procuram um jogo para algumas horas de diversão poderá ser uma escolha a considerar.



















