
Com mais um filme animado dos estúdios da Disney, chega a sua adaptação para a videojogo. G-Force, para a Playstation Portátil, conta a história de uma equipa de porquinhos-da-índia que são, ao mesmo tempo, uma equipa de agentes secretos.
De um momento para o outro vários aparelhos electrónicos começaram a atacar as pessoas. Torradeiras, candeeiros ou microondas, por exemplo, são, de repente, ameaças aos seres humanos e tudo leva a crer que quem está por detrás de tudo isto é Leonard Saber, presidente de uma empresa responsável por grande parte da produção de aparelhos electrónicos.
Para procurar resolver a situação, e acabar com a ameaça, G-Force, uma equipa secreta de pequenos porquinhos-da-índia é enviada para a empresa. Darwin lidera a força de intervenção, acompanhado pela mosca Mooch e pelos restantes roedores Hurley, Juarez e Blaster.
É pena que G-Force não faça grandes esforços para explicar ao jogador esta história. As personagens surgem sem qualquer introdução, por vezes apenas com uma ou duas linhas de conversa e nós somos obrigados a adivinhar o que se passa. Não há, por exemplo, qualquer explicação, pelo menos de ínicio, sobre a razão pela qual Saber quer ordenar aparelhos electrónicos a atacar pessoas. O jogo volta, assim, as atenções para a aventura, em vez da história, uma vez que assume que nós vimos o filme da Disney.

O jogo é composto por vários níveis que, normalmente, resumem a sua existência a uma lógica de “vai do ponto A para o ponto B”.
Entre o início e o fim de cada nível poderemos encontrar vários chips. Estes serão utilizados para desbloquear pequenos extras no menu principal, como filmes, vistos já no próprio jogo, e imagens. Caso a vossa preocupação seja não terem suficientes, descansem. Os chips estão por toda a parte, literamente. Em apenas um nível é possível ter mais de 400.
Podemos também encontrar os normais packs de vida, entre outros, essenciais para uma aventura estável e sem grandes problemas.
Durante o jogo iremos controlar, principalmente, Darwin, um dos agentes secretos. Com o tamanho normal de um porquinho-da-índia, grande parte da diversão do jogo prende-se com a perspectiva inferior que temos. Auxiliados por um jetpack, é realmente divertido navegar num mundo de gigantes, pelo menos para as nossas personagens. Subir a uma cadeira ou mesa é uma aventura, por exemplo, assim como viajar entre várias plataformas. De vez em quando tomaremos controlo de Mooch, uma mosca que nos ajudará em algumas situações onde, de outra forma, estaríamos sem soluções.
Pelo meio iremos encontrar vários inimigos que combateremos com um chicote de energia. Estes irão ser bastante básicos de ínicio, como os ratos de computador, a quem basta clicar no botão de ataque sucessivamente, mas depressa começam a ser desafiantes, como uma batedora de quem é preciso desviar dos ataques para poder derrotá-la. Infelizmente, o combate por vezes é sentido como repetitivo, muito por culpa de só termos ao nosso dispor o chicote e mais nenhuma arma.

De vez em quando poderemos controlar alguns dos nossos inimigos, o que introduz um elemento interessante. Poderemos, por exemplo, controlar um caixote do lixo com lâminas e eliminar os nossos restantes inimigos. Um dos grandes problemas do jogo está exactamente neste ponto. Para podermos controlar estes aparelhos teremos de “hackear” um computador e, para o fazer com sucesso, é necessário jogar um mini-jogo onde teremos de carregar na cruz, bola, triângulo ou quadrado quando estes surgem no ecrã. Se, ao príncipio, esta mecânica tinha a sua piada, ao fim de um tempo começa a ser aborrecido e desejamos haver outra opção para ultrapassar o nível. Infelizmente não há, e temos de aguentar com este jogo, sendo a maior falha de G-Force na Playstation Portátil.
A apresentação do jogo é boa. As personagens têm uma boa aparência e, como dito acima, tem realmente piada ver um mundo onde nós somos muito pequenos. Um dos problemas é, no entanto, os cenários nunca mudarem muito, e cedo ficámos cansados de ver escritórios, corredores e linhas de montagem. As vozes, por outro lado, estão bem interpretadas e conseguimos sentir a emoção que os actores queriam dar às nossas personagens.
Em suma, G-Force é uma aventura divertida para a Playstation Portátil, principalmente para quem gostou do filme com o mesmo nome. Se, no entanto, estiver à procura de um jogo com história ou mais variedade, este não é o certo.

Vê também a análise para a plataforma Xbox 360.






















Comentários
Boa análise, também, na medida em que espelha bem os prós e contras do jogo.
Gostei da versão Xbox 360. Logo experimento a da PSP.
:cheer:
uma coisa tenho o FORÇA - G no meu psp
estou na 2 missão e ja peguei tudo q tinha q pegar
e ñ sei mais o q fazer, me ajudem por favor
Abre um tópico no forum que estou certo que alguém te ajudará.
terminei na psp e na ps2....agora em breve, vou termina-lo na WII... heeh... é
isso, parabéns pela analise....muito boa...Falou!
é a parte que sai fumo do tecto nao consigo passar ajuda-me
envia-me como se passa o jogo para analuisabarcelosroch a
pliz ajuda-me
a parte onde tem extratores de ar
:grr: :snooty: :notfunny: T_T