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Guybrush Treepwood vai ser julgado em tribunal, não por magistrados de direito mas por piratas, sobre leis criadas por piratas das quais a grande maioria nem sabe que existem e muitos menos pretendem seguir. O mote deste quarto episódio é dos mais interessantes e revela-se um registo diferente nas aventuras deste jovem pirata, enquadrando-se à maneira da TelllTale Games no género investigação criminal. Como já devem saber pelas análises anteriores, os capÃtulos de Tales of Monkey Island seguem uma sequência directa e apenas podem desfrutar de toda a experiência se jogarem desde o primeiro episódio. Em Tales of Monkey Island: The Trial and Execution of Guybrush Threepwood estamos precisamente no penúltimo capitulo desta saga que está prestes a se afirmar como uma das grandes aventuras de 2009.
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Depois de escapar das entranhas de um manatin gigante e acabando traÃdo por Morgan LeFlayl, Guybrush vê se a si mesmo nas mãos de Marqui de Sange que pretende usá-lo como cobaia nas suas pesquisas cientifica. Mas nesse exacto momento de troca de pirata por maquia monetária, eis que a população de Flotsam Island surge amotinada e leva Guybrush para a corte do tribunal afim de ser julgado por diversos crimes de que é acusado. 
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Para quem estava a gostar de ver novas localizações a cada novo episódio, neste estamos de volta a Flotsam Island mas alguns dos locais anteriormente fechados estão agora acessÃveis o que é o caso do tribunal e do bar Club 41. Se por um lado é bom voltar e ver as alterações causadas pelo Pox do LeChuck, com praticamente todos os piratas infectados pela doença que causa acessos de raiva, por outro esperava-se pelo menos que fosse apenas uma breve passagem e que nos introduzisse depois um novo cenário. E voltar a mais uma travessia por florestas labirÃnticas começa a tornar-se algo repetitivo. Ironicamente este episódio acaba por ter uma duração sensata a par do primeiro capitula mas também se prolonga nestes momentos algo aborrecidos.
Mais uma vez estamos perante um episódio cheio de humor, que aqui até vai buscar muitas das tiras satÃricas tipicamente americanas a advogados, juÃzes e jurados. E já que falamos em advogados a acusação pertence ao velho e conhecido gesticulador de casaco colorido, Smilin' Stan S. Stanman ou simplesmente, Stan. Sim, aquele casaco cujo padrão troca os olhos a qualquer pessoa está de volta. Quanto à defesa, terá de ser Guybrush a defender-se a si mesmo para provar a sua inocência. Graças ao tema em que nos inserimos os puzzles ganham mais oportunidades para brilhar na conjugação, procura e recolha de provas para apresentar em tribunal. A produtora soube aproveitar isso criando puzzles com uma lógica directa mas que por um lado ficaram presos a uma sequência que se não for seguida pode ser mais difÃcil para o jogador resolver, e não se admirem se descobrirem o que devem fazer mas não souberem como o fazer. Mas ainda assim contem com soluções inteligentes e resultados muito divertidos. Os aspectos mais técnicos continuam a seguir os mesmos moldes, embora seja de louvar os ângulos de câmara em alguns locais que dão outra dinâmica à exploração dos cenários. É de referir que a longevidade está bem melhor que a dos dois capitulos anteriores e esperemos que se mantenha assim para o proximo episodio.
Mais uma vez estamos perante um episódio cheio de humor, que aqui até vai buscar muitas das tiras satÃricas tipicamente americanas a advogados, juÃzes e jurados. E já que falamos em advogados a acusação pertence ao velho e conhecido gesticulador de casaco colorido, Smilin' Stan S. Stanman ou simplesmente, Stan. Sim, aquele casaco cujo padrão troca os olhos a qualquer pessoa está de volta. Quanto à defesa, terá de ser Guybrush a defender-se a si mesmo para provar a sua inocência. Graças ao tema em que nos inserimos os puzzles ganham mais oportunidades para brilhar na conjugação, procura e recolha de provas para apresentar em tribunal. A produtora soube aproveitar isso criando puzzles com uma lógica directa mas que por um lado ficaram presos a uma sequência que se não for seguida pode ser mais difÃcil para o jogador resolver, e não se admirem se descobrirem o que devem fazer mas não souberem como o fazer. Mas ainda assim contem com soluções inteligentes e resultados muito divertidos. Os aspectos mais técnicos continuam a seguir os mesmos moldes, embora seja de louvar os ângulos de câmara em alguns locais que dão outra dinâmica à exploração dos cenários. É de referir que a longevidade está bem melhor que a dos dois capitulos anteriores e esperemos que se mantenha assim para o proximo episodio.

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Estamos a um passo do final desta saga, e perante um episódio que deixa tudo pronto para entrarmos no capÃtulo final com uma reviravolta no guião que não vos deixará indiferentes. Se ainda não deram os primeiros passos nesta sitcom videojogável, ainda vão a tempo de começar esta temporada que termina já em Dezembro com Rise of the Pirate God, do qual se espera uma conclusão épica para a mais recente demanda vivida pelo pirata mais aclamado pela industria dos videojogos.



















